Pouco para contar, certezas que tornaram-se dúvidas machucam meu peito de modo avassalador. Não sei o que fazer, o que pensar e o que me resta é somente resisitr, persistir até encontrar um novo rumo, aquele caminho onde haja a paz. Sinto que você faz parte de mim agora e cada segundo que você se ausenta, tornam-se horas de solidão. Por fim, ainda sonho com as mesmas coisas, com a mesma tranquilidade para mim e para os meus amigos, não vou desistir até que meu sonho chegue a se realizar. Conto com a sorte, sempre com ela. Guardo amor no bolso e no celular, enquanto aguardo você voltar.
Sorte na vida e felicidade no amor, essa é a minha nova regra, esse é o meu legado.
Ps: Love T.
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
domingo, 28 de novembro de 2010
Algo real, algo sobre mim.
Sinto-me num mar de confusões, a realidade não deixa os sonhos invadirem minha mente. Me assusto fácil, choro, grito silenciosamente com medo da solidão, com medo da angústia, algo que até hoje não me acostumei a vivenciar. Me emociono por coisas bobas, passados que não marcaram, agora começam a ferir profundamente minha alma, que perde calor e acumula um frio doloroso.
Linha Vermelha.
Caminho por uma rua estreita, a chuva cai levemente, mas eu evito correr, pois quero sentir as gotas caindo no fundo da minha alma. Meus pensamentos fluem, a realidade pisa sem hesitar em meus sonhos, meus olhos perdem o brilho, caminho pra qualquer lugar e em meio ao barulho da cidade, me guardo a escutar o silêncio frio da alma. Preciso de tempo para repensar, encontrar a paz que me alimentava não parece ser mais tão simples. A solidão ataca, me deixa agonizar, mas espera pacientemente minha recomposição para novamente atacar.
Quero novamente as coisas simples que me faziam sorrir, quero novos desejos, quero tanta coisa... Na verdade quero que o tempo passe, quero crescer, amadurecer, realizar-me profissionalmente e sorrir depois de tantos problemas vividos. Desse jeito, parece que minha vida é um martírio, algo em constante sofrimento...acredite, não era assim. Li uma frase que dizia algo a respeito do sofrimento: "Não que os problemas do mundo sejam menores que os meus, mas é que são meus problemas."
Reitero aqui, minha vontade de ganhar na mega-sena, viver em constante alegria, investir no futuro e poder dar aos meus amigos, a vida que eles realmente merecem! Não esta, com tanta realidade e pouco alegria, com tanto frio e pouco calor amigo, com tanto tempo, mas pouco tempo pra você.
Sou eu, sou eu agora.
Espero que melhore amanhã ! Vou rezar, quem sabe Deus não guardou algo tão bom para me fazer feliz...novamente
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Um tempo.
Caminhar por essas estradas têm me deixado atordoado, perdi o rumo que seguia tão fielmente e agora vejo-me distante de qualquer abrigo nesta selva que engole pouco pouco meus últimos sonhos, minha fraca esperança. Mas, vamos lá, continue a caminhar perdidamente, não desista assim, esgote suas energias até não existir algo ou alguém que as renove.
Já estou cansado disso tudo, dessa mesma paisagem que transmite uma paz irreal, que não serve nem para meu repouso. Ando com as idéias dispersas, sem fé nelas, como se fossem feitas de algodão regados ao álcool, e qualquer sentelha às queima sem piedade. Necessito absurdamente de um tempo para mim, sem que ninguém me tire desse descanso dizendo que tenho responsabilidades, que tenho prazos para cumprir ! Vejo-me num conflito interno sobre como tornar-me um homem responsável, com caráter e opiniões formadas, com ambições que ultrapassam os simples desejos.
Quero quebrar as regras, adiantar o relógio, ganhar na mega-sena e ter calma para planejar meu humilde futuro, construir ao lado da esposa querida uma bela família, com todos os defeitos e acertos, do jeito que tem que ser ! Não desse jeito, quando meus planejamentos são atropelados pela sede de afirmar-se como um ótimo profissional, como meu pai é ! Vivo este conflito interno sem ter ao menos um pouco de paciência para refletir sobre isso, um pouco de tempo para raciocinar qualquer coisa...
Quero voltar às origens, quero virar meus olhos para minha alma ferida e com calma cuidar das feridas que ainda sangram constantemente...
Já estou cansado disso tudo, dessa mesma paisagem que transmite uma paz irreal, que não serve nem para meu repouso. Ando com as idéias dispersas, sem fé nelas, como se fossem feitas de algodão regados ao álcool, e qualquer sentelha às queima sem piedade. Necessito absurdamente de um tempo para mim, sem que ninguém me tire desse descanso dizendo que tenho responsabilidades, que tenho prazos para cumprir ! Vejo-me num conflito interno sobre como tornar-me um homem responsável, com caráter e opiniões formadas, com ambições que ultrapassam os simples desejos.
Quero quebrar as regras, adiantar o relógio, ganhar na mega-sena e ter calma para planejar meu humilde futuro, construir ao lado da esposa querida uma bela família, com todos os defeitos e acertos, do jeito que tem que ser ! Não desse jeito, quando meus planejamentos são atropelados pela sede de afirmar-se como um ótimo profissional, como meu pai é ! Vivo este conflito interno sem ter ao menos um pouco de paciência para refletir sobre isso, um pouco de tempo para raciocinar qualquer coisa...
Quero voltar às origens, quero virar meus olhos para minha alma ferida e com calma cuidar das feridas que ainda sangram constantemente...
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Um lado meu diferente.
Estou perdido em minha mente, minhas idéias são balões que se perdem sobre um vento forte, viajam em direção a qualquer horizonte. Eu sou o vendedor de balões que olha com tristeza suas criações perderem-se sobre o céu. Mas ainda posso sorrir, gastar minhas forças tentando enganar a tristeza e a solidão que tanto temo.
Sinto que meus sonhos e planos ofuscaram-se devido a tempestade que insiste em cair, insiste em molhar minhas asas não deixando-me seguir meu rumo a qualquer novo destino. Perdido e sem ninho para retornar, um pequeno pássaro abandonado aguardando o momento certo, que parece não chegar, para alçar vôo.
Escutei em um filme a seguinte frase : "O sangue derramado não seca nunca !"
Posso tomar como ensinamento que as dores do coração nunca serão totalmente curadas, deixaram marcas, cicatrizes infinitas, como uma tatuagem. E não adianta cobri-la com outra, surgiram novas dores, novos temores, tristezas semelhantes.
Quero prosseguir, quero um caminho pra seguir, andar sem olhar para trás, com medo de que o passado possa engolir minha alma, cuspir o que resta do meu coração e rir de minhas lágrimas.
Vou seguir para o sul, como fazem os pássaros para fugir do inverno, do frio que congela suas entranhas em segundos. Com novas cicatrizes, mas com a certeza de que não deixei momentos passarem em branco.
Afinal, o que seria de nossa vida se não houvesse aquilo à se odiar, a esquecer, e principalmente, algo para amar.
O que seria de nossa vida, se o "você" de cada um.
Sinto que meus sonhos e planos ofuscaram-se devido a tempestade que insiste em cair, insiste em molhar minhas asas não deixando-me seguir meu rumo a qualquer novo destino. Perdido e sem ninho para retornar, um pequeno pássaro abandonado aguardando o momento certo, que parece não chegar, para alçar vôo.
Escutei em um filme a seguinte frase : "O sangue derramado não seca nunca !"
Posso tomar como ensinamento que as dores do coração nunca serão totalmente curadas, deixaram marcas, cicatrizes infinitas, como uma tatuagem. E não adianta cobri-la com outra, surgiram novas dores, novos temores, tristezas semelhantes.
Quero prosseguir, quero um caminho pra seguir, andar sem olhar para trás, com medo de que o passado possa engolir minha alma, cuspir o que resta do meu coração e rir de minhas lágrimas.
Vou seguir para o sul, como fazem os pássaros para fugir do inverno, do frio que congela suas entranhas em segundos. Com novas cicatrizes, mas com a certeza de que não deixei momentos passarem em branco.
Afinal, o que seria de nossa vida se não houvesse aquilo à se odiar, a esquecer, e principalmente, algo para amar.
O que seria de nossa vida, se o "você" de cada um.
domingo, 10 de outubro de 2010
Páginas anteriores (parte 6).
(J) "Anja", obrigado por ter sido companheira e ter acreditado, confiado e amado com todas as forças o meu ser. Sinto muito por ter te causado tanta dor, ter mentido e dito coisas que te magoaram, sei que fui estúpido em vários momentos, mas tudo tem um propósito e você, justificou todos os meus naquele momento.
Páginas anteriores (parte 5).
(L) Pandinha, te conheci num momento muito importante da minha vida, no momento em que decísões precisavam ser tomadas em um curto período e quanto mais força você conseguisse ter, melhor seriam enfrentados os dias de pressão, ou aqueles em que a rotina consumia sua fé e esperança. Aprendi ao seu lado como tornar-me homem, o quanto eu possuo um coração bom e o mais importante, saber assumir meus erros e ter coragem para enfrentá-los, mesmo que todos se voltem contra você.
Páginas anteriores (parte 4).
(C) Angelina, queria ter palavras pra descrever o quanto você marcou meu caminhar, pois chega até ser estranho dizer que tive poucos momentos com você, mas que para mim foram altamente simples e belos, sem precisar de mais nada, sem justificar nada. Acredito ter te conhecido num momento importuno, embora acredite que destino não exista, estarei erradamento colocando "na conta" do acaso os lindos momentos enquanto você esteve ao meu lado.
sábado, 9 de outubro de 2010
Páginas anteriores (parte 3).
(P) Maçã, queria te pedir desculpar pelo que causei a você, pois talvez as marcas que deixei sejam irreversíveis. Usei seu amor para minha "diversão", e não respeitei nem sua integridade como mulher, mas ainda assim, gostaria de agradecer por você ter me amado, ter entregado seu coração para que eu pudesse guardá-lo ao lado do meu. Sinto muito se te fiz derramar lágrimas em vão, ou ter retirado nem que seja por segundos seu sono. A verdade é que nunca mereci, seu sorriso, nem seu amor, muito menos seu perdão.
Páginas anteriores (parte 2).
(J) Joaninha, passei ao seu lado se não tudo, grande parte do que se vive em um relacionamento. Fomos sempre companheiros e compreensivos um ao outro, talvez fora isso que tenha culminado com o fim e quando percebemos, já era tarde pra recuperar e refazer o castelo que tinhamos construído com areia. Não vou falar do que você fez, nem do que eu tenha causado a você, vou exaltar os momentos em que trocamos sorrisos e alegrias, aqueles momentos que pensávamos que poderia perpetuar-se por anos à fim. Crescemos juntos, como homem e mulher, e se hoje sou o que sou, devo grande parte à você que soube lidar com meu ego em momentos difíceis. Daqui há algum tempo, entenderemos o quanto cada um foi fundamental para o outro e como tudo o que passamos foi necessário para que pudéssemos formar nossa idéia do que vem a ser um relacionamento sério.
Páginas anteriores (parte 1).
Falarei aqui dos meus amores passados, aqueles que de fato foram amores e será dividido em 6 partes, cade parte destinada a cada amor. Usarei nomes fictícios ou apelidos para que se preserve a integridade delas, embora estes recordem o nome verdadeiro.
(R) Maysa, aprendi com você que tudo ou quase tudo é passageiro, foi você quem mostrou a mim que o amor tem sua face maligna, atingindo o coração no momento em que ele está totalmente despreparado para sofrer. Vivi bons momentos, embora estes momentos tenham sido raros pois presença nunca foi nosso forte. Acredito que minha inocência em relacionamentos fora o motivo principal para que no final, o "para sempre" tenha tornado-se mais uma promessa. Sem mais, queria mesmo era te agradecer por ter mostrado para mim o mundo como ele realmente é, sem contos ou histórias de cinema.
(R) Maysa, aprendi com você que tudo ou quase tudo é passageiro, foi você quem mostrou a mim que o amor tem sua face maligna, atingindo o coração no momento em que ele está totalmente despreparado para sofrer. Vivi bons momentos, embora estes momentos tenham sido raros pois presença nunca foi nosso forte. Acredito que minha inocência em relacionamentos fora o motivo principal para que no final, o "para sempre" tenha tornado-se mais uma promessa. Sem mais, queria mesmo era te agradecer por ter mostrado para mim o mundo como ele realmente é, sem contos ou histórias de cinema.
domingo, 19 de setembro de 2010
Algum rumo.
Ele aguardou ansiosamente por estes três dias, esperou a semana se arrastar até sexta, aguentou aquelas aulas complicadas e que o sugavam cada vez mais e nem mesmo aquele compromisso marcado para 9 da manhã no sábado faria ele permanecer em casa sendo consumido pela solidão.
E foi assim, na noite de sexta, tomou aquele longo banho que parecia o rejuvenescer, colocou a calça jeans que mais lhe agradava, o belo tênis que trouxera de sua viagem nas férias e a camisa pólo branca que ele tanto adorava. Encontrou com o amigo na portaria de seu edifício e partiram em direção aquela boate, várias garotas, uma garrafa seca no final da festa e o sono que o tomou até as onze horas da manhã do dia seguinte. No sábado, foi em um aniversário de alguém próximo, sentou-se e admirou aquela loira que dançava querendo atenção de todos os homens naquele recinto, sentiu o cansaço do dia anterior mas tentou animar-se um pouco conversando com seus amigos, em vão, faltava algo, algum sentido, qualquer coisa que o fizesse retomar suas energia, mas sentiu que sua casa seria o melhor rumo à se tomar. Antes é claro, preferiu ter certeza e partiu com um amigo rumo a uma casa noturna, como seu pai dizia, e acabou constatando que o problema era ele, estava cansado e queria sua cama, seu travesseiro, seus pensamentos solitários.
No domingo, passou o dia pensativo, com exceção do momento em que seu time do coração começou a jogar o clássico com aquele rival mais odiado, em seguida viu aquele programa de tv famoso, que todo mundo adorava porque você conseguia rir sem esforço. Ao deitar-se, lembrou-se que as provas da faculdade já estavam chegando e prometeu tentar estudar nas semanas seguintes, mexeu no celular e desejou acordar cedo no dia seguinte e preparar-se para semana que chega, sem aquele cansaço que ele carregava, aquele peso que ocupava suas idéias. Falta algo, quem sabe algum rumo, mesmo que seja o caminho de volta.
E foi assim, na noite de sexta, tomou aquele longo banho que parecia o rejuvenescer, colocou a calça jeans que mais lhe agradava, o belo tênis que trouxera de sua viagem nas férias e a camisa pólo branca que ele tanto adorava. Encontrou com o amigo na portaria de seu edifício e partiram em direção aquela boate, várias garotas, uma garrafa seca no final da festa e o sono que o tomou até as onze horas da manhã do dia seguinte. No sábado, foi em um aniversário de alguém próximo, sentou-se e admirou aquela loira que dançava querendo atenção de todos os homens naquele recinto, sentiu o cansaço do dia anterior mas tentou animar-se um pouco conversando com seus amigos, em vão, faltava algo, algum sentido, qualquer coisa que o fizesse retomar suas energia, mas sentiu que sua casa seria o melhor rumo à se tomar. Antes é claro, preferiu ter certeza e partiu com um amigo rumo a uma casa noturna, como seu pai dizia, e acabou constatando que o problema era ele, estava cansado e queria sua cama, seu travesseiro, seus pensamentos solitários.
No domingo, passou o dia pensativo, com exceção do momento em que seu time do coração começou a jogar o clássico com aquele rival mais odiado, em seguida viu aquele programa de tv famoso, que todo mundo adorava porque você conseguia rir sem esforço. Ao deitar-se, lembrou-se que as provas da faculdade já estavam chegando e prometeu tentar estudar nas semanas seguintes, mexeu no celular e desejou acordar cedo no dia seguinte e preparar-se para semana que chega, sem aquele cansaço que ele carregava, aquele peso que ocupava suas idéias. Falta algo, quem sabe algum rumo, mesmo que seja o caminho de volta.
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Mais além.
Sentado na sacada, começo a me perder em meus pensamentos, claras lembranças que ofuscam meu sorriso. Já deveria estar acostumado a ser submetido a essa doce tortura, talvez essa palavra "tortura" seja muito forte, acredito que a certa seja solidão. O que tento realmente entender é por que pareço ter um enorme medo de estar em minha própria companhia, como se meu "eu interior" fosse um completo monstro e ficar 5 minutos sem ninguém próximo de mim já fosse motivo de depressão. Agarro-me ao meu iPod na esperança que ele me conforte com músicas leves e que suas letras falem de amor, amizade ou até compaixão, mas que consigam nem que por míseras palavras organizar meus pensamentos e fazer com que eu entenda o que se passa. Meio complicado para explicar, mas dando uma breve introdução sobre o que penso : imagine que você acabou de acordar numa noite fria e tenha faltado luz em sua casa, você indaga ao vento esperando resposta e nada ! Apenas a solidão fria te abraça, te oferece abrigo e companhia, mas você não se sente satisfeito, pega o celular e liga pra um, dois, cinco amigos e eles não atendem. É quando você retorna pra sua cama e percebe que vai ficar sozinho pelo menos até o dia amanhecer. Fácil, é só retornar ao sono e esperar que o sol o faça levantar, mas fechar os olhos por cinco minutos parecem um dia completo, permanecer estático começa a lhe irritar até que chega num ponto em que você não sabe o que fazer e é aí, que a luz volta, seus amigos lhe retornam as ligações e você vai dormir tranquilo e esquecer que esteve só. No meu caso, a luz ainda não voltou...
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