domingo, 13 de fevereiro de 2011

Não sou.

Não sou normal, não tenho lábia, não sei te fazer sorrir, não sou àquela pessoa, talvez possa ser aquela que você não quer. Sou irracional, frio, causo medo, temor. Não há amor em nenhuma parte do meu coração, não há resquício de sentimento algum por aqui.

Não tenho beleza, sou inerte, minha ausência não te trás saudade, me chame de oposto, sem gosto, sem graça !
Sou um assassino, talvez uma vítima, sou em si, sou a minha própria dor, sou solidão. Riso falso, riso amarelo, riso sem cor. Sou um anjo sem aura, sem asas, sem aquele branco que transmite paz. Que droga.

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